{"id":3864,"date":"2023-11-02T09:45:09","date_gmt":"2023-11-02T13:45:09","guid":{"rendered":"https:\/\/folhadems.com.br\/site\/?p=3864"},"modified":"2023-11-02T09:45:11","modified_gmt":"2023-11-02T13:45:11","slug":"em-tempos-de-guerra-como-lidar-com-o-luto-coletivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/folhadems.com.br\/site\/2023\/11\/02\/em-tempos-de-guerra-como-lidar-com-o-luto-coletivo\/","title":{"rendered":"Em tempos de guerra, como lidar com o luto coletivo"},"content":{"rendered":"\n<p>As dores das guerras e de tantas trag\u00e9dias chegam pelas TV, pelas janelinhas dos celulares, pela conversa do grupo, pelos gritos ou pelo sil\u00eancio diante do que \u00e9 dif\u00edcil assimilar e traduzir. Complicado de falar e de sentir. O luto coletivo, segundo especialistas, pode ser simb\u00f3lico, mas \u00e9 concreto, que faz doer at\u00e9 o corpo. Nesta quinta (2) o feriado de Finados adquire tamb\u00e9m significados de reflex\u00e3o para quem busca lidar com o sofrimento presente na esquina de casa ou mesmo do outro lado do mundo.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1564069&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1564069&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando estamos vivenciando guerras, pandemias, passamos a vivenciar perdas simb\u00f3licas e concretas coletivamente. Mesmo n\u00e3o conhecendo as pessoas que est\u00e3o morrendo, nos conectamos com suas hist\u00f3rias e vivenciamos suas dores e perdas\u201d, explica a psic\u00f3loga Samantha Mucci. Ela \u00e9 pesquisadora do tema e coordenadora do Programa de Acolhimento ao Luto (Proalu), e professora do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp).<\/p>\n\n\n\n<p>A especialista contextualiza que as imagens das guerras expostas diariamente nos remetem a viv\u00eancias de inseguran\u00e7a, sofrimento, ansiedade e instabilidade presentes na nossa hist\u00f3ria. \u201cImposs\u00edvel n\u00e3o nos afetarmos coletivamente. Esse luto coletivo vai al\u00e9m da empatia, da compaix\u00e3o e da solidariedade. Lembro da imagem de uma crian\u00e7a olhando para os escombros e corpos em sua frente com olhar assustado e cheio de l\u00e1grimas que me marcou muito\u201d, exemplifica a professora Samantha Mucci.<\/p>\n\n\n\n<p>A imagem fez com que a professora chorasse recentemente. \u201cPela humanidade, pelas guerras que j\u00e1 vivemos, pela minha crian\u00e7a interior, pelas minhas perdas, pelos meus lutos j\u00e1 vividos\u201d, diz a professora.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">M\u00faltiplas perdas<\/h2>\n\n\n\n<p>Para a psic\u00f3loga cl\u00ednica Keyla Cooper, tamb\u00e9m especializada em luto, o momento de m\u00faltiplas perdas atravessa o nosso dia a dia de uma maneira muito significativa, sejam pelas informa\u00e7\u00f5es que chegam da guerra no Oriente M\u00e9dio, mas tamb\u00e9m pelos desequil\u00edbrios causados pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, pelas mis\u00e9rias e fome vis\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO tempo todo a gente se enfrenta com o limite da humanidade. De uma maneira geral, esses problemas afetam aquilo que a gente projeta para o nosso futuro\u201d, explica a professora universit\u00e1ria em Bras\u00edlia, que \u00e9 pesquisadora da Universidade de Strathclyde (Glasgow &#8211; Esc\u00f3cia).<\/p>\n\n\n\n<p>A instabilidade de pensar no amanh\u00e3 teve, na avalia\u00e7\u00e3o das pesquisadoras ouvidas pela <strong>Ag\u00eancia Brasil,<\/strong> um momento-chave que foi a ocorr\u00eancia da pandemia de coronav\u00edrus. Depois, o mundo viu eclodir as guerras da Ucr\u00e2nia e do Oriente M\u00e9dio, com mortes de civis. \u201cA previsibilidade da vida foi profundamente abalada\u201d, diz Keyla Cooper. As professoras esclarecem que o luto n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um processo emocional, mas tamb\u00e9m uma rea\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica, emocional, cognitiva, social e espiritual diante de uma perda significativa, n\u00e3o necessariamente apenas de pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para as quatro psic\u00f3logas ouvidas pela reportagem, \u00e9 importante que, em quaisquer condi\u00e7\u00f5es da viv\u00eancia do luto, a pessoa possa encontrar espa\u00e7os para se expressar e encontrar empatia. De buscar comunicar a pr\u00f3pria dor e encontrar pessoas ou grupos para escutar a fim de se sentir acolhido. \u201c\u00c9 muito importante a gente refletir, enquanto sociedade, sobre o espa\u00e7o que a morte tem na nossa vida, qual o sentimento diante do limite que a morte imp\u00f5e\u201d, contextualiza.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Prote\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 claro sentir a dor do outro ou de viver o luto do outro, tem rela\u00e7\u00e3o com a nossa capacidade de sermos emp\u00e1ticos. \u201cPessoas que t\u00eam um n\u00edvel de empatia muito grande, certamente, v\u00e3o experimentar de uma forma mais intensa a experi\u00eancia do luto do outro, a experi\u00eancia do luto coletivo\u201d, ressalta a especialista em psicologia transpessoal, Cynthia Ramos, que trabalha em Bras\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p>A psic\u00f3loga cl\u00ednica e educacional Aline Oliveira, que atua em S\u00e3o Paulo, defende que \u00e9 importante tamb\u00e9m procurar respeitar a necessidade de sil\u00eancio interno que pode ocorrer em alguns momentos de luto. \u201cSe sentir necess\u00e1rio, procurar lugares preparados para falar sobre o assunto, seja em grupos que trabalham com o luto, a psicoterapia individual, ou pessoas pr\u00f3ximas de confian\u00e7a\u201d, aconselha.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, ela explica que falar abertamente \u00e9 uma forma de expressar a dor, e pode encontrar um lugar de amparo ao dividir e compartilhar os sentimentos com outras pessoas. \u201cA dor do luto precisa ser vivenciada, reconhecida e respeitada\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em suma, a pesquisadora Samantha Mucci concorda que o cuidado deve envolver acolhimento. \u201cApesar de cada pessoa viver de seu jeito e no seu tempo o processo de luto, \u00e9 muito bom quando temos com quem compartilhar as hist\u00f3rias que vivemos. \u201cComo pretendemos conviver com a presen\u00e7a da aus\u00eancia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bombardeados<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante ainda, de acordo com Keyla Cooper, identificar fatores de sofrimento, como o consumo muito imediato de not\u00edcias que s\u00e3o dif\u00edceis de se lidar. \u201cA forma como recebemos informa\u00e7\u00f5es pode ter uma implica\u00e7\u00e3o na sa\u00fade mental muito significativa. Eu penso que a m\u00eddia tem um papel muito importante. \u00c9 importante veicular as informa\u00e7\u00f5es, mas eu acho que \u00e9 importante refletir sobre o como veicular essas not\u00edcias.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, a especialista em psicologia transpessoal, Cynthia Ramos, enfatiza que, de fato, cada um de n\u00f3s pode e deve se cuidar. \u201cQuando se trata de um evento de grande magnitude, como guerras, primeiro, n\u00e3o devemos ignorar o que est\u00e1 acontecendo no mundo porque n\u00e3o \u00e9 a aliena\u00e7\u00e3o que vai nos proteger. Mas tamb\u00e9m \u00e9 importante estarmos atentos a n\u00e3o permitir que sejamos bombardeados ou superexpostos \u00e0s not\u00edcias, \u00e0s vezes muitas vezes repetitivas\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Aten\u00e7\u00e3o aos sinais<\/h2>\n\n\n\n<p>As psic\u00f3logas identificam que sintomas f\u00edsicos podem ser importantes para identificar como ocorre a elabora\u00e7\u00e3o de luto. Podem haver, segundo as especialistas, processo de sofrimento manifesta\u00e7\u00e3o de ansiedade, com raros momentos de prazer e de distra\u00e7\u00e3o. \u201cIsso pode ser uma demanda para procura de um psic\u00f3logo, inclusive se a pessoa constatar sintomas f\u00edsicos como taquicardia, sudorese e problemas no trato digestivo\u201d, diz a psic\u00f3loga Keyla Cooper.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros sinais que a pessoa deve ficar atenta \u00e9 a dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o, apatia, altera\u00e7\u00e3o no apetite e no sono. \u201cAlguns sintomas f\u00edsicos como enxaquecas, n\u00e1useas, muita dificuldade de realizar at\u00e9 mesmo os cuidados b\u00e1sicos de higiene como tomar banho e escovar os dentes\u201d, diz a psic\u00f3loga Samantha Mucci.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Dos olhos<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo Samantha Mucci, da Unifesp, o processo de luto precisa ser vivenciado e ressignificado pela pessoa que est\u00e1 enlutada, pela fam\u00edlia, por todos que est\u00e3o sentindo a perda de algu\u00e9m ou de algo significativo. \u201cMuitas vezes evitamos e n\u00e3o nos sentimos preparados para lidar com a express\u00e3o dos sentimentos relacionados ao processo de luto como a tristeza, sentimento de abandono, a raiva, o sentimento de culpa e pesar, o choro\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, chorar e se manifestar s\u00e3o t\u00e3o fundamentais, conforme avaliam as psic\u00f3logas. \u201cChorar \u00e9 um processo importante de elabora\u00e7\u00e3o dessas emo\u00e7\u00f5es. \u00c9 atrav\u00e9s do choro e da express\u00e3o dos sentimentos que podemos parar para pensar no que est\u00e1 sentindo. N\u00e3o tem como a gente pular essa etapa\u201d, diz Keyla Cooper.<\/p>\n\n\n\n<p>Afinal, est\u00e3o envolvidos sentimentos muito particulares que s\u00e3o \u00edntimos e n\u00e3o costumam ser a t\u00f4nica de postagens em redes sociais preocupadas em propagar ilus\u00f5es de felicidades permanentes. Como diz a professora da Unifesp, s\u00e3o sentimentos reais \u201ce precisam de espa\u00e7o, tempo e permiss\u00e3o para serem reconhecidos e vividos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As dores das guerras e de tantas trag\u00e9dias chegam pelas TV, pelas janelinhas dos celulares, pela conversa do grupo, pelos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3865,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-3864","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral-brasil"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Em tempos de guerra, como lidar com o luto coletivo - Folha de Mato Grosso do Sul<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/folhadems.com.br\/site\/2023\/11\/02\/em-tempos-de-guerra-como-lidar-com-o-luto-coletivo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Em tempos de guerra, como lidar com o luto coletivo - 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