{"id":14780,"date":"2026-03-09T08:01:08","date_gmt":"2026-03-09T12:01:08","guid":{"rendered":"https:\/\/folhadems.com.br\/site\/?p=14780"},"modified":"2026-03-09T08:01:20","modified_gmt":"2026-03-09T12:01:20","slug":"cop15-cerca-de-20-das-aves-registradas-em-campo-grande-sao-migratorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/folhadems.com.br\/site\/2026\/03\/09\/cop15-cerca-de-20-das-aves-registradas-em-campo-grande-sao-migratorias\/","title":{"rendered":"COP15: cerca de 20% das aves registradas em Campo Grande s\u00e3o migrat\u00f3rias"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00c0s v\u00e9speras da COP15, confer\u00eancia internacional voltada \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies migrat\u00f3rias que ser\u00e1 realizada em Campo Grande, especialistas destacam a import\u00e2ncia da cidade para a biodiversidade. Levantamentos apontam que a capital sul-mato-grossense abriga cerca de 400 esp\u00e9cies de aves nas \u00e1reas urbana e periurbana, sendo aproximadamente 20% delas migrat\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, a Capital Morena \u00e9 reconhecida internacionalmente pela presen\u00e7a de \u00e1reas verdes, parques ecol\u00f3gicos, cursos d\u2019\u00e1gua e vegeta\u00e7\u00e3o que atravessa bairros inteiros. Essa combina\u00e7\u00e3o faz da cidade um verdadeiro ref\u00fagio para a fauna, especialmente para as aves, inclusive esp\u00e9cies migrat\u00f3rias que cruzam continentes e encontram aqui locais de descanso, alimenta\u00e7\u00e3o e at\u00e9 reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-05-at-11.14.38-1024x684.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-157695\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Foto: Imagem de Campo Grande. Imagem: Roberto Ajala.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisadora e educadora ambiental Maristela Benites, do Instituto Mamede de Pesquisa Ambiental e Ecoturismo, explica que a diversidade de aves na cidade \u00e9 impressionante. \u201cCampo Grande tem aproximadamente 400 esp\u00e9cies de aves somente na \u00e1rea urbana e periurbana e podemos afirmar que cerca de 20% delas s\u00e3o migrat\u00f3rias\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a educadora, a migra\u00e7\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno natural que ocorre em v\u00e1rias partes do planeta. \u201cA migra\u00e7\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno natural e biol\u00f3gico que dirige o movimento populacional, peri\u00f3dico e c\u00edclico de v\u00e1rias esp\u00e9cies animais ao redor mundo. Esse movimento ocorre entre \u00e1reas geograficamente separadas, isto \u00e9, entre uma \u00e1rea reprodutiva e uma \u00e1rea n\u00e3o reprodutiva, envolvendo a maioria ou a totalidade de uma popula\u00e7\u00e3o (n\u00famero de indiv\u00edduos de uma esp\u00e9cie), e que resulta em uma aus\u00eancia tempor\u00e1ria e previs\u00edvel no local de origem\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme a pesquisadora, diferentes esp\u00e9cies de aves migrat\u00f3rias passam por Campo Grande ao longo do ano, seguindo ciclos naturais de deslocamento em busca de alimento, clima favor\u00e1vel ou locais de reprodu\u00e7\u00e3o. Por isso, \u00e9 poss\u00edvel observar aves migrat\u00f3rias na cidade em praticamente todos os meses, embora algumas esp\u00e9cies apare\u00e7am com mais frequ\u00eancia em per\u00edodos espec\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-17.36.46-1024x682.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-157698\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Foto: \u00c1guia-pescadora vista em Campo Grande. Imagem: Simone Mamede\/Reprodu\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>As aves conhecidas como migrantes ne\u00e1rticas, que v\u00eam da Am\u00e9rica do Norte para fugir do inverno rigoroso do hemisf\u00e9rio norte, costumam ser vistas com mais intensidade em Campo Grande entre os meses de agosto e abril.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre elas est\u00e3o esp\u00e9cies como ma\u00e7aricos, o sovi-do-norte, a \u00e1guia-pescadora e o falc\u00e3o-peregrino, considerado o animal mais r\u00e1pido do planeta, capaz de atingir cerca de 300 km\/h.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2027\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-05-at-12.12.17-1024x854.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-157723\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Foto: Falc\u00e3o-peregrino, ave mais r\u00e1pida do planeta. Imagem: Suzana Arakaki\/Reprodu\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m as chamadas migrantes austrais, que realizam deslocamentos dentro da pr\u00f3pria Am\u00e9rica do Sul em busca de temperaturas mais amenas. Essas esp\u00e9cies costumam aparecer na regi\u00e3o entre abril e novembro, como \u00e9 o caso do pr\u00edncipe e da calhandra-de-tr\u00eas-rabos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-17.33.23-1024x718.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-157693\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Foto: O pr\u00edncipe, ave migrat\u00f3ria avistada em Campo Grande. Imagem: Simone Mamede\/Reprodu\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Outro grupo importante \u00e9 formado por aves que se reproduzem em Campo Grande e em outras regi\u00f5es do sul e sudeste do Brasil e depois seguem em dire\u00e7\u00e3o ao norte do continente, muitas vezes at\u00e9 a regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Entre elas est\u00e3o esp\u00e9cies como a tesourinha, o bem-te-vi-rajado e o suiriri, que costumam ser observadas na cidade entre o final de julho e mar\u00e7o ou abril.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-17.33.49-1024x784.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-157694\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Foto: Suiriri-de-garganta-branca avistada em Campo Grande. Foto: Simone Mamede\/Reprodu\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre os ciclos naturais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Maristela, esses deslocamentos seguem ciclos naturais e se repetem todos os anos, j\u00e1 que muitas aves guardam mem\u00f3ria dos locais onde encontram alimento, abrigo e condi\u00e7\u00f5es adequadas para descansar durante suas longas jornadas. Por isso, a preserva\u00e7\u00e3o de \u00e1reas verdes, \u00e1rvores e fontes de \u00e1gua \u00e9 essencial para garantir que essas esp\u00e9cies continuem encontrando em Campo Grande um ponto seguro em suas rotas migrat\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Observar essas rotas ajuda a compreender uma li\u00e7\u00e3o importante sobre a natureza. \u201cCompreender o movimento das esp\u00e9cies migrat\u00f3rias \u00e9 um bom exerc\u00edcio para entender que para a natureza n\u00e3o h\u00e1 fronteiras pol\u00edticas, mas as limita\u00e7\u00f5es se d\u00e3o no campo das condi\u00e7\u00f5es e recursos para a sobreviv\u00eancia e qualidade de vida\u201d, destaca Maristela.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2027\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-17.40.33-1024x696.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-157806\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Foto: Gavi\u00e3o sovi ave migrat\u00f3ria avistada em Campo Grande. Imagem: Simone Mamede\/Reprodu\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Conforme a gerente de Arboriza\u00e7\u00e3o da Semades, Dayane Zanela, a arboriza\u00e7\u00e3o e as \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente no ambiente urbano de Campo Grande desempenham papel estrat\u00e9gico como infraestrutura ecol\u00f3gica funcional, contribuindo para a conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies migrat\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c1rvores, parques e corredores verdes oferecem abrigo, locais de repouso, suporte alimentar e condi\u00e7\u00f5es ambientais favor\u00e1veis para essas esp\u00e9cies durante seus deslocamentos. Esse compromisso com o fortalecimento da infraestrutura verde urbana tamb\u00e9m contribuiu para o reconhecimento de Campo Grande como Capital do Turismo de Observa\u00e7\u00e3o de Aves. O munic\u00edpio vem estruturando sua pol\u00edtica de arboriza\u00e7\u00e3o urbana com planejamento t\u00e9cnico, amplia\u00e7\u00e3o das \u00e1reas verdes e valoriza\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies nativas, integrando a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade \u00e0s estrat\u00e9gias de planejamento urbano e de resili\u00eancia clim\u00e1tica\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-05-at-11.15.24-1024x682.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-157696\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Foto: Imagem a\u00e9rea de Campo Grande. Imagem: Roberto Ajala.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre as discuss\u00f5es da Cop15<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esse cen\u00e1rio ganha ainda mais relev\u00e2ncia no momento em que Campo Grande se prepara para sediar a 15\u00aa Confer\u00eancia das Partes da Conven\u00e7\u00e3o sobre a Conserva\u00e7\u00e3o de Esp\u00e9cies Migrat\u00f3rias de Animais Selvagens (COP15\/CMS), evento da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) que ser\u00e1 realizado entre os dias 23 e 29 de mar\u00e7o de 2026.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a confer\u00eancia, representantes de governos, cientistas, ambientalistas e organiza\u00e7\u00f5es internacionais v\u00e3o discutir estrat\u00e9gias para fortalecer a prote\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies migrat\u00f3rias em todo o planeta. Entre os temas que devem ser debatidos est\u00e3o o combate \u00e0 captura ilegal de animais, a cria\u00e7\u00e3o de planos de conserva\u00e7\u00e3o para esp\u00e9cies amea\u00e7adas, a prote\u00e7\u00e3o de corredores ecol\u00f3gicos utilizados nas rotas migrat\u00f3rias, al\u00e9m dos impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e da perda de habitat sobre a fauna silvestre.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a pesquisadora, sediar um evento dessa magnitude representa um marco para o munic\u00edpio e para o Estado. \u201c\u00c9 um momento hist\u00f3rico para o munic\u00edpio e o estado. Primeiro porque tem a oportunidade de protagonizar discuss\u00f5es sobre ci\u00eancia e a pol\u00edtica ambiental regional, nacional e mundial, al\u00e9m de mostrar a nossa biodiversidade, nossos biomas pelo estado (Cerrado, Pantanal, Mata Atl\u00e2ntica e Chaco), nossas \u00e1reas verdes, movimentar o turismo e a economia, mobilizar as escolas, valorizar o trabalho e esfor\u00e7os dos nossos pesquisadores e cientistas, nossas universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e mobilizar a popula\u00e7\u00e3o em geral para um tema mundial e de grande import\u00e2ncia e abrang\u00eancia, sobretudo em tempos de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e sa\u00fade \u00fanica, onde as mudan\u00e7as que ocorrem no ambiente e nos afetam diretamente, pois estamos todos conectados enquanto seres vivos que habitam um mesmo planeta e s\u00e3o interdependentes\u201d.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.campogrande.ms.gov.br\/portal\/prod\/uploads\/sites\/3\/2027\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-04-at-17.40.20-1024x682.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-157805\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Foto: Marreca-toicinho ave migrat\u00f3ria. Imagem: Simone Mamede\/Reprodu\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Maristela ainda destaca que o encontro internacional tamb\u00e9m pode mobilizar a sociedade local. \u201cAcaba sendo uma vitrine pol\u00edtico-cient\u00edfica a COP15 colocando Campo Grande como palco das discuss\u00f5es globais sobre a conserva\u00e7\u00e3o socioambiental global, permitindo que gestores, cientistas, pesquisadores, estudantes e chefes de estado de todo o mundo conhe\u00e7am in loco a nossa realidade, os desafios e as nossas belezas naturais\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a realiza\u00e7\u00e3o da COP15, o Instituto Mamede tamb\u00e9m participar\u00e1 da programa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do evento, coordenando uma mesa tem\u00e1tica sobre observa\u00e7\u00e3o de aves e aves migrat\u00f3rias, al\u00e9m de realizar o lan\u00e7amento do livro \u201cAves do Caminho da Escola\u201d, que aborda a rela\u00e7\u00e3o entre educa\u00e7\u00e3o ambiental e a observa\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies presentes no cotidiano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Fonte: PrefCG<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0s v\u00e9speras da COP15, confer\u00eancia internacional voltada \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies migrat\u00f3rias que ser\u00e1 realizada em Campo Grande, especialistas destacam<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":14781,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20],"tags":[],"class_list":["post-14780","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meio-ambiente"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>COP15: cerca de 20% das aves registradas em Campo Grande s\u00e3o migrat\u00f3rias - Folha de Mato Grosso do Sul<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, 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